NF-e e NFC-e
Modelos 55 e 65 com cálculo de ICMS, substituição tributária, IPI, PIS e COFINS. DANFE em PDF e XML autorizado no mesmo instante.
NF-e, NFC-e, NFS-e e CT-e emitidas direto na SEFAZ, com as notas dos seus fornecedores baixadas automaticamente e todo o XML guardado no lugar certo.
Do clique em "Emitir" ao XML guardado — tudo passa por aqui, e você enxerga cada etapa.
Da emissão ao arquivo do XML. Sem planilha de controle, sem pendrive e sem instalar programa em cada máquina.
Modelos 55 e 65 com cálculo de ICMS, substituição tributária, IPI, PIS e COFINS. DANFE em PDF e XML autorizado no mesmo instante.
Caixa em tela cheia com botões grandes, leitor de código de barras, troco calculado e o cupom NFC-e autorizado na hora do pagamento.
Serviços no leiaute nacional da DPS, com item da lista da LC 116, ISS e as retenções federais já calculadas.
Conhecimento de transporte rodoviário com remetente, destinatário, tomador e a NF-e da carga referenciada.
O sistema busca na SEFAZ as notas emitidas contra o seu CNPJ. Você dá ciência em lote e recebe o XML completo de cada uma.
Todos os arquivos guardados pelos cinco anos que a lei exige, com download do mês inteiro em um .zip para a contabilidade.
O PDV abre em tela cheia e vira a frente de loja: botões grandes para tocar, código de barras direto no teclado e o cupom fiscal NFC-e autorizado na SEFAZ no momento do pagamento.
Quatro passos. O terceiro é o que evita susto: você confere tudo antes de qualquer nota valer.
Digite o CNPJ e os dados vêm da Receita Federal sozinhos: razão social, endereço, regime e inscrição.
O arquivo .pfx e a senha. Conferimos a validade e se o CNPJ bate antes de aceitar.
A SEFAZ autoriza de verdade, mas sem valor fiscal. É onde se confere tudo com calma.
Um clique. A partir daí as notas valem, e a numeração segue de onde você parou.
Todos os módulos em todos os planos — o que muda é quantas empresas emitem. Pagamento por Pix, sem fidelidade.
O que quase todo mundo pergunta antes de começar.
Sim. A SEFAZ exige certificado digital A1 (arquivo .pfx) do CNPJ emitente para assinar os documentos. O certificado A3, de cartão ou token, não funciona em sistema web. Você envia o arquivo e a senha uma vez, no cadastro da empresa.
Pode e deve. Toda empresa começa em ambiente de homologação: a nota é autorizada pela SEFAZ de verdade, mas não tem valor fiscal. Quando o cadastro estiver conferido, você muda para produção em um clique.
Funciona em qualquer navegador — computador, tablet ou totem. É um caixa em tela cheia com botões grandes: o operador toca no produto ou bipa o código de barras, recebe, e o cupom fiscal (NFC-e) sai autorizado na hora. Precisa do CSC da SEFAZ do seu estado, cadastrado uma vez na empresa.
O sistema consulta a base da SEFAZ e traz as notas que seus fornecedores emitiram contra o seu CNPJ. Primeiro chega o resumo; ao dar ciência da operação, o XML completo fica disponível para download — inclusive em lote, por período.
Continua. No cadastro da empresa você informa a série e o próximo número de cada tipo de documento, e a emissão segue daí. Repetir um número já usado é o que a SEFAZ rejeita por duplicidade.
Sim. Você cria usuários com perfil de operador, que emite em todas as empresas da conta, ou de cliente, que só enxerga a empresa que você indicar. Cada um entra com o próprio e-mail e senha.
Por Pix, à vista, no valor do plano escolhido. Assim que o pagamento cai, a conta é criada automaticamente e os dados de acesso chegam no seu e-mail. Sem fidelidade e sem cartão cadastrado.